segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Nem tudo é um mar de rosas.


O Paris Saint-Germain empatou este fim-de-semana com o Montepellier a zero.
Neymar, jogador mais caro da historia do futebol, ficou de fora deste encontro, segundo o clube por uma lesão no pé. A imprensa especula que a ausência de Neymar foi um castigo atribuído ao jogador depois da confusão da jornada anterior com Cavani.
Foi precisamente nessa jornada que começaram os problemas dentro do Paris com Neymar e Cavani a chatearem-se pois ambos queriam bater um penalti. Ora isto não pode acontecer numa equipa profissional pois o treinador tem de ter definido quem bate os penaltis, os livres e os cantos. O que quer dizer que um dos dois quis ser protagonista quando não era o escolhido para aquele momento.
O grande problema neste fim-de-semana foi a forma como o Paris foi ineficaz em frente à baliza adversária. Uma equipa que mesmo sem Neymar custa muito mais que a do Montepellier tem de conseguir ganhar o jogo.
Até porque Mbappé e Cavani juntos custaram perto de 200 milhões e não conseguiram aproveitar as oportunidades criadas.

Emery tem que conseguir que a equipa renda muito mais do que está a render e tem de conseguir que os seus jogadores joguem em equipa.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Entrevista a Diogo Pereira



O Diogo é estudante de terceiro ano de Engenharia Biomédica na Universidade do Minho e jogador de Futebol no Vilar de Perdizes.

P: Universidade ou futebol?
R:. Neste momento a minha escolha é a Universidade e essa escolha foi tomada há dois anos, porque é a opção onde eu acho que posso ser mais bem-sucedido a longo prazo.

P: Tendo em atenção a sua resposta anterior se o Vilar de Perdizes subir ao Campeonato Nacional de Seniores será impossível para si conciliar o futebol com a Universidade?
R: Depende dos dirigentes do Vilar de Perdizes, eu sempre defini que a prioridade eram os estudos e que eu não ia retirar tempo aos estudos para ir treinar. Ao ver que há jogadores com mais qualidade que eu na mesma situação futebolística, acho que me devo continuar a dedicar primeiro aos estudos.

P: Foi um dos jogadores que mais possibilidades teve para sair do Grupo Desportivo de Chaves e assinar por um clube com melhor formação. O que fez com que isso não acontecesse?
R: O que faltou no meu caso foi dar o passo, na minha altura quando fui ao Sporting, ao Porto, ao Sporting de Braga e à Académica de Coimbra o que me distinguia dos jogadores de outras zonas do país é que eles tinham um campo inteiro para treinar, eu no Chaves dividia campo com outros escalões de formação do clube e quando chegava a esses clubes era só mais um.
Além disso o Chaves era um clube que também disputava campeonatos distritais nos escalões de formação, competições essas que não tinham um grau de dificuldade muito exigente.

P: Falou que os campeonatos distritais nos escalões de formação que o Chaves disputava não tinham muita qualidade, acha que se tivesse saído para um clube que permitisse jogar com equipas mais fortes o futuro podia ser diferente?
R: Não sei se seria assim, nem toda a gente que está num clube com excelente formação vai ser jogador de futebol também é preciso ter sorte. Por exemplo se fosse jogar para um clube “grande” tinha posto de parte os estudos e se não conseguisse ser jogador de futebol não tinha um plano b. Na altura em que eu entrei na Universidade eu tive a opção de ficar mais um ano em Chaves a jogar e a fazer melhoria de notas, no entanto achei melhor para o meu futuro ir para a Universidade.

 P: Acha que há mais jogadores na mesma situação que você, que têm de escolher entre os estudos e o futebol?
R: Eu na altura escolhi o que achava certo, acredito que houvesse jogadores que tiveram que optar entre o futebol e os estudos. Repara os únicos jogadores contra quem joguei ou partilhei balneário que tiveram sucesso no futebol foram o Raphael Guzzo e o Diogo Brás.
Se hoje em dia for falar com muitos dos meus antigos colegas aposto que eles me dizem que se fosse hoje tinham-se dedicado mais aos estudos. Acho que não estavam preparados para que o futebol não desse e não tinham um plano alternativo.
Um exemplo de quando fui ao Sporting que é uma grande academia de formação, o Sporting tem fotos da altura do Cristiano Ronaldo e tem o que cada pessoa dessa equipa faz da vida e a maior parte não foi jogador profissional de futebol.

P: Falando agora do presente, quais são os seus objetivos para esta época futebolística no Vilar de Perdizes?
R: O Vilar de Perdizes tem por objetivo natural ganhar todos os jogos, no entanto não te vou assumir que vamos ficar em primeiro, o que a direção e equipa técnica nos pede é que honremos a camisola que vestimos e tentar fazer o melhor possível. O nosso presidente sabe a qualidade do plantel e o que nos pede é que deixemos tudo em campo e que façamos o melhor pelo Vilar de Perdizes. O ano passado tínhamos um objetivo definido que era chegar à final da Taça da AFVR, quando perdemos com o Vila Real e deixamos de ter possibilidades de cumprir esse objetivo passamos a ter como meta lutar pela vitória em todos os jogos.

P:Acha que a equipa tem qualidade para ser campeã?
R: Acho. A equipa tem mais qualidade do que tinha o ano passado e além disso tem um treinador que já está connosco desde o meio da época passada e nós esta época já percebemos o que o mister Vítor Gamito pretende, é um treinador que tem facilidade em transmitir ideias. Além disso o plantel reforçou-se com jogadores com muita qualidade.
Temos tudo para fazer melhor que o ano passado.

P:Qual foi o melhor jogador com o qual partilhou balneário?
R: Micael Borges.

P:Qual o melhor treinador que teve?

R:O melhor treinador que eu tive  foi o Mister André , que foi meu treinador adjunto nos Juniores do Chaves , que me ensinou muito do ponto de vista pedagógico e me fez crescer enquanto pessoa.

domingo, 10 de setembro de 2017

O desgaste e o comodismo... Já se notam.


O Benfica este ano teve uma entrada nada feliz no campeonato. E a que se deverá este mau começo? Falta de sorte? Arbitragens? Penso que não. E acho que podemos encontrar a resposta no comodismo da preparação para esta época. Sendo neste momento o Benfica o tetra campeão portugês com toda a sua organização e estrutura, o Benfica acomodou-se ao sucesso das épocas anteriores e não fez por disfarçar a influência da ausência de jogadores como Éderson, Lindelof e Nélson Semedo. Rui Vitória continua a confiar na experiência de Luisão na liderança da defesa... Mas está a esquecer-se que é preciso passar o testemunho, o capitão dá muito a quem joga ao seu lado (a evolução de Jardel no SLB evidenciou isso) mas é hora de deixar para outros. Luisão está fisicamente débil e tem de ceder aquele lugar. Está na hora de ou se reforçar em condições a defesa se quer atacar o título, ou se é para evitar gastar dinheiro, que apostem nos jovens e que dêm sangue novo ao plantel. Além disso, já o ano passado Pizzi terminou a grande época que fez, completamente de rastos... Precisa de um substituto que o faça descansar de vez em quando, alguém que ajude aquele meio campo a respirar, alguém útil ou que o Rui Vitória queira que seja útil. O Benfica para continuar o bom trabalho nos troféus nacionais, tem de querer mais... Tem de se mexer! Este comudismo é mau para o Benfica e para o futebol portugês, o Benfica tem de querer mais tanto em Portugal como nas provas continentais.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

A Holanda tem de melhorar.


    A Holanda perdeu com a França por quatro a zero e está em quarto lugar no grupo A de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2018, atrás de França, Suécia e Bulgária e tem a sua qualificação muito complicada.
    A Holanda precisa de ganhar os 3 jogos que faltam e pode não ser suficiente para chegar ao primeiro lugar que dá a qualificação direta ou ao segundo lugar que dá acesso a um playoff.
    Se só conseguir chegar ao segundo lugar a Holanda não pode ser a pior segunda classificada de todos os grupos de qualificação senão também fica de fora do Mundial.
    A Holanda comprometeu a sua qualificação com um empate na Suécia e com uma derrota na Bulgária, jogo esse que levou ao despedimento de Danny Blind.
     A Holanda precisa de corrigir esses resultados e vencer os dois jogos que tem contra adversários diretos em casa, Suécia e Bulgária, porque se não vencer um desses jogos é quase garantido que fica de fora do Campeonato do Mundo.
     A verdade é que a Holanda já ficou de fora do Campeonato da Europa de 2016 e ficar de fora do Campeonato do Mundo de 2018 será algo que não agradará muito aos holandeses.

     Resta esperar para ver o que acontecerá nos próximos jogos.

Assim se quer um treinador.

      O TREINADOR, o líder, o que toma as decisões, a mente da equipa, o que treina e passa a mensagem! O quão complexo, difícil e ing...